quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

And then... the new year is gone!

Como, digam-me como, eu poderia sair de 2008 sem (mais uma vez) exteriorizar narcisicamente (apud anônimo) as maravilhas passadas nos últimos 365 dias? Ao som de The End, clássica canção de uma de minhas bandas favoritas, passo ao teclado animada por um ano como poucos. Quando mais nova, possuía eu um ritual anual, todo 31 de dezembro, esperançosa de que pensamentos positivos e lágrimas de verão fossem suficientes a fim de fazer com que as sequências lunares vindouras se tornassem mais brilhantes que as que se encerravam. Ledo engano, doce ilusão. Um ano seguia igual ao outro, um pior que o outro. Uma repetição de erros, massacres, enganos e tentações fajutas. Um joguete do destino nas mãos de um maestro bêbado. Assim me sentia. Assim passei meia década. No dia 31 de dezembro de 2007 foi diferente. Não fiz um ritual. Não disse uma promessa. Não derramei uma lágrima. Comi lentilhas apenas e tomei o maior porre da minha vida. Amanheci e nem dormi. Tudo ao contrário. Respostas inconscientes de um corpo e de uma mente cansados do descaso do destino. E então, por mais incrível que pareça, o ano que nascia naquela madrugada foi especial. Começou com os beijos mais apaixonados que o mundo já teve notícia e se encerra com o sorriso mais jocoso que a Terra já assistiu. Não vou ficar descrevendo e citando os motivos de minha felicidade. Quem me conhece sabe, quem não me conhece terá de adivinhar. O que posso e quero dizer, é o meu muito obrigado a todos que cruzaram e modificaram meu caminho nesse 2008! Que o nascente 2009 seja tão perfeito quanto, para todos nós!


"Marcas do que se foi, sonhos que vamos ter, como todo dia nasce novo em cada amanhecer!"

Um comentário:

Acervo Café Frio disse...

Aí magrona! acho que catei a vossa mensagem.